Jefferson Peixoto SECOM Salvador
Se a comodidade, a falta de disposição ou até mesmo o receio de se unir à multidão o/a impede de curtir o Carnaval na avenida, puxe o freio de mão. Marquises, sacadas, deques suspensos e até mesmo algumas varandas podem virar armadilhas e, em instantes, fazer do folião um novo paciente ou estatística para o serviço de saúde, caso sejam utilizados como camarotes improvisados.
Para evitar acidentes, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur) notificou, desde o início de janeiro, 246 proprietários de imóveis localizados nos principais circuitos da folia, para que recuperem estruturas deficitárias antes do início da festa de Momo.
Além disso, durante a folia, fiscais do órgão farão varreduras pelos circuitos Barra-Ondina (Dodô) e Campo Grande-Avenida Sete (Osmar), para alertar sobre o acúmulo de pessoas em varandas e sacadas, além de coibir o uso de marquises e galhos de árvores como camarotes improvisados da folia.
“As pessoas precisam entender que essas estruturas não foram criadas para carregar pessoas, mas para protegê-las das intempéries, como sol e chuva. Há um real risco à vida dessas pessoas que utilizam estes locais de forma errada, principalmente durante o Carnaval”, explica Everaldo Freitas, coordenador de Fiscalização Urbanística da Sedur.
Fonte: Secom/PMS
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