Foto: Reprodução/A TARDE On Line
A Prefeitura sustenta que o Projeto de Lei Complementar nº 1/18, em apreciação pela Câmara de Vereadores, visa suprimir da legislação municipal mecanismos que propiciam o crescimento vegetativo das despesas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que já dispõe, entre as principais capitais brasileiras, dos mais competitivos salários de profissionais da área, desde agentes de saúde a médicos.
De acordo com a atual legislação que disciplina o Plano de Cargos e Salários do Grupo Saúde, as progressões são automáticas, sem avaliação de desempenho e independentemente de qualquer consideração a respeito das condições financeiras da Prefeitura ou do trabalho dos servidores, o que resulta em comprometimento da própria gestão da área.
A existência desses gatilhos para despesas cria uma situação de desequilíbrio, que causa, na prática, o aumento do custo da saúde municipal sem qualquer expansão da rede para melhor atendimento da população. A medida proposta evita o crescimento vegetativo das despesas. Permite, assim, que esses recursos sejam direcionados para ampliar a cobertura de serviços de saúde em benefício dos munícipes.
Para ilustrar a situação, deve ser observado que a folha da SMS apresenta crescimento vegetativo bienal de 8,5% (5,5% da progressão + 3% de adicional por tempo de serviço), afora as negociações relativas à data-base. Isso comprime a margem para tomada de decisões voltadas a uma prestação de serviços de saúde mais inclusiva e abrangente.
Outro efeito da necessidade da alteração na lei é a isonomia de tratamento entre os servidores. A Prefeitura entende que deve assegurar que todos os servidores municipais tenham o mesmo tratamento no que se refere à progressão, sempre após processo de Avaliação de Desempenho e Aquisição de Competência.
Atualmente, essa progressão acontece de forma automática, de dois em dois anos, apenas para os servidores da saúde (cerca de 8 mil), deixando de fora aproximadamente 12 mil das demais categorias. Vale lembrar que os demais têm avanços correspondentes a 2,5%, e os da saúde 5,5%. Neste intuito, a Prefeitura continua aberta ao diálogo com os servidores da saúde para construir juntos um entendimento que concilie todos os interesses envolvidos.
Fonte: Secom/PMS
O candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou neste sábado (1º), em…
Há vídeos que duram poucos segundos, mas resumem um mandato inteiro. Na minha avaliação, este…
Salvador segue ampliando sua presença no cenário internacional do turismo. A capital baiana registrou crescimento…
Após ultrapassar 18 mil atendimentos na capital baiana, o Viver Salvador nos Bairros chega à…
Moradores de São Cristóvão fecharam trecho da Avenida Paralela e cobraram justiça pela morte de…
O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) destacou, nesta sexta-feira (31), a…
This website uses cookies.