Política

Presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia propõe diálogo com Governo Federal sobre o Saúde Caixa



Durante a sessão ordinária da última terça-feira, em 24 de outubro, o vereador e presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos (PCdoB), destacou a importância do plano Saúde Caixa. Os empregados, em conjunto com a representação sindical, têm se mobilizado em defesa do plano.

“Este plano de saúde constituído graças a mobilização do Sindicato dos Bancários e das associações de empregados da Caixa Econômica Federal está bastante ameaçado. No governo Temer e no governo Bolsonaro, colocaram uma verdadeira bigorna no estatuto do banco, estipulando um teto máximo anual para os investimentos no plano de saúde dos funcionários”, relatou Augusto.

Os representantes dos trabalhadores da Caixa Econômica Federal estão reivindicando a remoção do limite de 6,5%, que restringe os gastos do banco com os benefícios de saúde dos funcionários, tornando a assistência médica financeiramente inviável para os trabalhadores.

“Esse teto está sendo atingido, a inflação médica é impiedosa e nós sabemos que os planos de saúde sofrem ainda mais do que qualquer outro segmento da economia em razão do acréscimo do custeio”, disse ele.

Com as atuais restrições, a empresa arca com 57% dos custos, o que prevê um déficit de R$355 milhões. Em 2021, quando a Caixa cobriu 70% dos custos, o plano não apresentou déficit.

“Cobramos do Governo Federal e da direção do banco (Caixa), que assuma os compromissos, revogue este item do estatuto e que estabeleça uma mesa de negociação séria sobre o plano de saúde”, defendeu Vasconcelos.

O Sindicato dos Bancários da Bahia tem procurado soluções por meio de negociações conjuntas com a direção da empresa para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Em 16 de outubro, a entidade, juntamente com a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (FEEB), realizou uma plenária para discutir o assunto.

As negociações com a Caixa começaram em junho, mas ainda não progrediram em questões como financiamento, manutenção dos princípios fundamentais do plano (mutualismo, solidariedade e o pacto intergeracional), além da descentralização do atendimento aos usuários e credenciamento de profissionais.



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Clara

Estudante de Letras, Clara Paixão auxiliou diversos autores conservadores em Recife e Carpina (PE). Amante da Liberdade, Clara entende que são preceitos básicos: direito irrestrito ao projeto de vida do próximo, direito à propriedade privada e livre mercado.

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