Um pequeno grupo de professores iludidos por sindicalistas profissionais filiados ao PSOL e Partido Comunistas (leia-se “pelegos”), trocaram a sala-de-aula por um protesto um tanto quanto ridículo: lavar a porta da Secretaria Municipal de Educação.
Segundo a militante de extrema-esquerda e diretora da APLB Sindicato, Elza Soares, pelegos e professores iludidos passaram a manhã inteira substituíndo garis e margaridas da Avenida Garibaldi. “É a lavagem do bota fora do secretário, do Executivo municipal, que mente na imprensa”, acusou Elzinha.
Certo é que a cada dois anos, em período de eleição, os cofres do sindicato patrocinam protestos contra grupos antagônicos a socialistas, petistas e comunistas, iludindo uma pequena minoria de profissionais que acreditam na bravata dos pelegos.
Segundo informa o Bahia Notícias, um dos pontos da pauta da “mobilização” é o reajuste salarial dos educadores entre outras reivindicações mesmo sabendo que a gestão municipal paga acima do piso e utiliza 115% dos recursos do FUNDEB para complementar os proventos.
“Nossa reivindicação é justa”, brada a pelegagem.
Enquanto isso, alunos que passaram mais de dois anos sem aulas por conta da “pandemia” são os mais prejudicados pela bravata da extrema-esquerda filiada à APLB Sindicato.
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