Os alimentos que seriam descartados só por estarem fora dos padrões estéticos de mercado ou a poucos dias do prazo de validade têm ajudado a compor a refeição diária de 28 mil pessoas, atendidas em 300 instituições sociais cadastradas no Programa de Complementação Alimentar Prato Amigo. Coordenada pela Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), a iniciativa conta com articulação de empresas do ramo alimentício e feiras, com vistas à diminuição do desperdício de alimentos e assegurando o direito ao acesso regular e permanente à alimentação. O programa tem recolhido, mensalmente, 30 toneladas de alimentos, sendo 60% itens de hortifrúti, seguidos de cereais e pães. Os produtos são armazenados em um banco de alimentos urbanos, nos Barris, antes de passarem por um processo de triagem e destinação às organizações beneficiadas. “Temos uma equipe com nutricionistas que avalia se o alimento pode ser repassado para as instituições. Os produtos geralmente estão em ótimas condições de uso, mas só porque apresentam algum machucado, por exemplo, acabam perdendo valor comercial e são jogados fora. Mas o valor nutricional do alimento continua”, explica o coordenador de Segurança Alimentar e Nutricional (Cosan), Gabriel Falcetta.
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