O projeto Jovem Aprendiz Empreendedor, fruto de um convênio entre o Parque Social, organização sem fins lucrativos, e a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Gestão (Semge), já beneficiou 900 adolescentes de baixa renda nos últimos três anos de atividade, em Salvador. A iniciativa tem como intuito encaminhar os participantes para o mercado de trabalho, oferecendo a eles capacitações teóricas e práticas. A última seleção para o programa aconteceu em dezembro de 2016, quando 1.500 jovens fizeram inscrição online e passaram por seleção que envolveu três etapas: triagem de documentação, processo seletivo de dinâmica e entrevista psicossocial com os educadores do projeto. Do total, 300 candidatos foram contratados pelo Parque Social este ano e passaram por uma formação teórica intensiva, iniciada em fevereiro.
Os adolescentes têm a carteira assinada por tempo determinado de 16 meses e recebem meio salário mínimo, além de SalvadorCard, fardamento, crachá e material didático. De acordo com Fátima Santos, coordenadora do Jovem Aprendiz Empreendedor, a iniciativa tem como diferenciais a supervisão prática, assistência psicossocial, participação em atividades transversais, além de elaboração do projeto de vida como estímulo ao desenvolvimento pessoal e profissional. “Há empresas ou instituições que admitem os jovens após o término do contrato com a gente, como já aconteceu com a Santa Casa, o Banco Bradesco e a própria Prefeitura”.
Aluno do 1º ano do Ensino Médio, João Vitor Lopes, 16 anos, estava à procura da primeira oportunidade de trabalho. Após se inscrever e ser aprovado em todo o processo seletivo, ele encontrou uma vaga no Setor de Gestão de Pessoas no Gabinete da Prefeitura, onde exerce função de auxiliar administrativo há dois meses. “Superou minhas expectativas. No começo, achei que ia ser difícil, que ia ficar nervoso, mas está tranquilo. É uma oportunidade para me preparar para o mercado de trabalho. Quando eu fizer 18 anos, vou estar mais experiente, com mais responsabilidade”, declarou.
Outra beneficiada do projeto, Jaqueline Teixeira, 18 anos, também ficou feliz por obter na Prefeitura a primeira experiência de trabalho. “Auxilio as atividades do RH e tô gostando, até porque é uma experiência no meu currículo. Acho interessante porque hoje em dia os jovens não têm muita oportunidade de ganhar um dinheiro, de preencher o tempo, até para não se perder com a violência ou drogas”, pontua ela.
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