Ainda aparecendo como vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou o registro de Lula, Haddad foi entrevistado nesta terça-feira na sequência de encontros com vice-presidenciáveis. O PT tem até o dia 11 de setembro para decidir o que fazer com a candidatura de Lula, e planeja usar todo o prazo. Questionado se PT iria investir na reforma agrária se voltar ao governo, Haddad explicou que o plano do partido é incentivar o uso das terras improdutivas e o reflorestamento. “O imposto vai crescer enquanto ele não atingir uma determinada produtividade. Se atingir, o imposto cai. E imagine se ele desmatar além do autorizado por lei. Se não reflorestar, vai pagar progressivo no tempo. Se reflorestar e se produzir, o imposto cai”, disse Haddad. Os recursos oriundos do imposto seriam usado para a compra de terras para a reforma agrária, acrescentou.
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