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As vaias viraram rotina na vida do pior governador da história da Bahia. Durante os festejos juninos no interior, Jerônimo Rodrigues foi vaiado praticamente a cada dois dias, num reflexo claro do desgaste do pior governador da história da Bahia.
Em Salvador, o cenário é ainda mais constrangedor: Geraldo Júnior, seu candidato prefeito da capital, amargou a quarta colocação nas pesquisas, ficando atrás até de votos brancos e nulos. O PT, que governa o estado há 20 anos, só tem um único vereador na capital, CASUALMENTE, a irmã do governador.
A rejeição é tão intensa que aliados sugeriram que Jerônimo sequer apareça no 2 de Julho para evitar mais vaia, gritaria e até ovadas.
Milhares de policiais, fardados e à paisana, vão reforçar a segurança de Jerônimo durante o desfile cívico, e a presença de Lula, desgastado como nunca, exigiu até apoio das Forças Armadas. O temor com ovadas e insultos cresce, e qualquer mancada de Jerônimo já virou munição para a oposição.
Com a Bahia liderando o ranking nacional de homicídios e o desemprego acima da média nacional, o cerco político e popular contra o governador petista está armado.
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