Coincidência ou não, a distância entre os meios de comunicação e o Legislativo Municipal na segunda presidência de Geraldo Junior é do tamanho da miséria em governos socialistas e países governados por tiranos de extrema-esquerda. Longe da pandemia e com pouquíssimas sessões, profissionais da imprensa não tem a liberdade para trabalhar como em épocas de Allan Sanches, Paulo Câmara, Leo Prates… e na primeira presidência do vice-governador eleito, vereador Geraldo Júnior.
Com a desculpa de um vírus que mata menos que a Secretaria de Segurança Pública em governos petistas, a SECOM da Casa do Povo determinou que jornalista nenhum deve se aproximar dos vereadores da capital.
Não precisa ser expert em clipping e tendências para entender que debates e pautas neste segundo biênio do Líder são uma piada.
Outrora disputado pelos maiores comunicadores de Salvador, o prêmio Jânio Lopo nunca foi tão desprestigiado pela Comunicação da Casa. Tal desinteresse denota como o relacionamento entre profissionais em Comunicação e o Legislativo municipal é motivo de frustração, e raiva, por (des) “prestigiar”grande parte dos jornalistas que não sabem sequer o nome de um terço ou menos dos 43 vereadores eleitos.
Sobre o nível intelectual, técnico, acadêmico e cognitivo… enfim. Ai é tema para outra pauta.
Único que sei é que em tempos de rachadinha legislativa e outras maracutais, a sociedade deposita na imprensa local a confiança para entender que raios acontece na Casa que mais parece o Palacio dos Miraflores.
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