O “Janjômetro”, ferramenta criada pelo deputado Guto Zacharias para acompanhar os gastos da primeira-dama Janja da Silva, levantou um debate que o governo Lula parece evitar: a falta de transparência e os limites de sua atuação.
Janja, que não ocupa um cargo oficial, frequentemente representa o Brasil em eventos como o G20 e as Olimpíadas, sem que suas ações sejam regidas por protocolos formais. Isso gera dúvidas legítimas sobre o uso de recursos públicos e sobre sua real influência no governo.
Enquanto o governo a defende sob a bandeira de feminismo, suas ações reforçam modelos tradicionais. Janja adota o sobrenome do marido e aparece mais como coadjuvante do que como protagonista de pautas femininas ou globais.
O brasileiro percebe a contradição entre a imagem vendida e a realidade.
Se Lula quiser acabar com a polêmica, o caminho parece simples: oficializar o papel de Janja no governo, com responsabilidades e limites claros. Até lá, a ambiguidade continuará alimentando críticas e desconfiança.
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