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A reportagem da revista The Economist detonou a política externa de Lula ao classificá-lo como “incoerente no exterior” e “impopular em casa”. O texto denuncia a aproximação do Brasil com ditaduras como Irã, China e Rússia, ao mesmo tempo em que o petista isola o país das democracias ocidentais.
Segundo a revista, “o Brasil parece cada vez mais hostil ao Ocidente” e “Lula deveria parar de fingir que tem importância” nas questões globais.
O artigo também aponta que a rejeição ao governo disparou para 57%, maior índice do mandato, e que o Congresso impôs a Lula a primeira derrota fiscal em 30 anos ao derrubar o decreto que elevava o IOF.
O jornal britânico lembrou que Lula foi preso por corrupção, que o país “se inclinou para a direita” e que a força do bolsonarismo ainda assombra o PT. Segundo a publicação, se a direita se unir em 2026, “a presidência será deles”.
Mesmo assim, o chanceler Mauro Vieira tentou defender Lula, dizendo que “sua autoridade moral é indiscutível”, exaltando o Brics e a taxação de bilionários. Mas nem isso convenceu a imprensa internacional, que vê o Brasil como “geopoliticamente inerte” e Lula como um líder totalmente gagá, desconectado da realidade.
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