Os protestos vão acontecer se não houver um acordo entre o patronato e a categoria, de acordo com Daniel Mota, diretor de imprensa do Sindacato dos Rodoviários. Conforme Mota, a intenção é que os protestos causem o mínimo de transtornos para o cidadão.
Alguns pontos do protesto foram citados por Daniel Mota. Ainda de acordo com o diretor de imprensa do Sindicato, “por cada coletivo incendiado, cerca de cinco trabalhadores são demitidos. Isso acontece por que não há veículos para reposicionar os motoristas e cobradores, logo temos demissões em massa. Nos contra-cheques, todo mês desconta, mas tem cerca de oito meses que não é depositado o FGTS”.
Mota pondera ainda que os rodoviários não estão tendo acesso gratuito na estação de metrô de Pirajá, e que os fardamentos não estão adequados.
O diretor do Sindicato das Empresas de Transporte Públicos de Salvador (Setps), Jorge Castro, alega desconhecer qualquer tipo de descumprimento do acordo coletivo. Acrescentou também, que até o momento, o Sindicato dos Rodoviários da Bahia não entrou em contato com o Setps para informar sobre a suposta paralisação.
Fonte: A TARDE/Foto: Reprodução/Site Burburinho News
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