Marcelo Casal Jr / Agência Brasil
Em passagem por Salvador, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que está entre os pré-candidatos à Presidência que “melhor conhecem a Bahia” e reforçou que a presença de múltiplos nomes no campo conservador não representa fragmentação, mas sim fortalecimento.
“Um candidato a mais significa votos a mais”, disse, ao defender que a direita precisa ocupar espaço e dialogar com o eleitorado baiano, historicamente dominado pelo PT.
Zema também usou números para sustentar o discurso. Minas Gerais, sob sua gestão, fechou 2024 com superávit primário e redução consistente do endividamento, segundo dados oficiais do Tesouro Nacional, enquanto a Bahia segue entre os estados mais dependentes de transferências federais.
Para aliados, o contraste ajuda a explicar por que Zema tem buscado presença constante no Nordeste e em Salvador, mirando um eleitor cansado de promessas repetidas e de décadas de domínio petista.
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