Feijão Almeida / GOVBa
Enquanto a Bahia mergulha em uma crise sem precedentes de violência, saúde precária e caos na educação, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) segue tratando o Estado como um balcão de negócios eleitorais. Ao invés de lidar com os criminosos que tomam conta das ruas, Jerônimo prefere articular candidaturas ao Senado e acomodar aliados para evitar o racha interno entre Jaques Wagner, Rui Costa e Angelo Coronel.
Em evento no Hospital Ana Nery, em Salvador, Jerônimo se esforçou para desviar o foco da tragédia baiana e comentar especulações sobre 2026. Disse que “Wagner se colocou na disposição de dar continuidade” e que “Rui Costa ofereceu seu nome para que o grupo possa, na unidade, fazer o desejo do Senado”.
Em outras palavras: o desespero do PT é manter o poder a qualquer custo, mesmo que isso signifique enterrar qualquer resquício de debate público sobre os reais problemas da população.
Jerônimo nunca desceu do palanque. Seu governo é uma extensão da máquina eleitoral do PT, movida a promessas vazias, cooptação política e abandono completo da realidade dos baianos.
Com 20 anos de destruição petista, o que resta é um Estado quebrado, endividado, tomado pelo crime e governado por quem só pensa em eleição.
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