Salvador não foi escolhida para sediar a Semana Latino-Americana e Caribenha do Clima, um dos mais importantes eventos promovidos pelas Organizações das Nações Unidas (ONU), à toa. Nos últimos anos, a primeira capital do Brasil vem chamando a atenção do mundo por se destacar em ações contra a crise climática e de preservação ambiental, inclusive integrando redes internacionais com o compromisso em desenvolver iniciativas locais que contribuam para redução da emissão de gases poluentes.
A capital baiana foi primeira cidade da América Latina a fazer parte do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, também integra a C40 de Grandes Cidades para a Liderança Climática e o projeto 100 Cidades Resilientes da Fundação Rockefeller. Esse comprometimento com organismos mundiais tem andado de mãos dadas com todo o planejamento de obras e projetos executados pela Prefeitura desde 2013, conciliando desenvolvimento social e urbanístico com sustentabilidade.
O novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), que foi aprovado em 2016, por exemplo, garantiu a proteção de uma área ambiental de 27 milhões de metros quadrados, e estimulou a criação de novos parques e unidades de conservação. Através dele, foi criado, em abril deste ano, o Parque Municipal Marinho da Barra.
O local abarca área da Baía de Todos-os-Santos equivalente a quase 100 campos de futebol, englobando três pontos de naufrágios que ocorreram na região da Barra nos séculos XIX e XX: o Bretagne (1903), Germânia (1876) e o Miraldi (1875). Possui uma riqueza ambiental e ecológica muito grande, inclusive para o turismo, visto que muitos mergulhos são realizados no local, por se tratar de um berçário da vida Marinha.
Ainda se tratando de área verde, o Joventino Silva, conhecido popularmente como Parque da Cidade, no Itaigara, tornou-se uma das principais referências de lazer de Salvador após ter sido requalificado, há três anos. Em breve, outro espaço de grande área verde será beneficiado com ações de conservação e infraestrutura. O Jardim Botânico de Salvador, na Avenida São Rafael, em São Marcos, receberá obras que possibilitarão a ampliação da estrutura física atual e, em especial, salvaguardar ainda mais o herbário existente no lugar.
No Subúrbio Ferroviário, a administração municipal está construindo junto à comunidade que reside próximo à bacia do Mané Dendê, um amplo projeto socioambiental que vai transformar a vida dos moradores da localidade. As intervenções envolverão macrodrenagem do rio Mané Dendê, implantação da rede de esgotamento sanitário novas ligações, tratamento e disposição final de seus efluentes. Além disso, moradias que se encontram em áreas de risco e nas linhas de drenagem serão realocadas, e outras construídas dentro da área do projeto para o reassentamento de famílias.
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