Reprodução F1 TV
A Fórmula 1 entrou em alerta após um míssil atingir uma base dos Estados Unidos no Bahrein, a cerca de 20 km do Circuito Internacional de Sakhir. A categoria confirmou que “acompanha possíveis riscos nos GPs da Arábia Saudita e Bahrein” e decidiu cancelar um teste de pneus que seria realizado no país.
Segundo a própria organização, a situação está sendo monitorada em conjunto com autoridades locais e equipes.
O Bahrein recebe a F1 desde 2004 e é palco tradicional da abertura da temporada, com corrida disputada em 57 voltas e público que ultrapassa 90 mil pessoas ao longo do fim de semana. A tensão no Oriente Médio, no entanto, colocou segurança acima de qualquer cronograma esportivo.
De acordo com informações divulgadas por agências internacionais e portais esportivos, o ataque elevou o nível de preocupação das equipes, embora a F1 tenha reforçado que, até o momento, as provas estão mantidas. O cancelamento do teste de pneus foi tratado como medida preventiva.
A Arábia Saudita também está no radar, já que o calendário prevê corrida em Jeddah nas próximas semanas. A categoria movimenta bilhões de dólares por temporada e envolve 10 equipes e 20 pilotos fixos no grid de 2026, o que amplia o impacto de qualquer instabilidade geopolítica.
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