Letícia Martins/EC Bahia
O Bahia vive um dilema no mercado: sem dinheiro em caixa e com o elenco desequilibrado, o técnico Rogério Ceni desabafou nesta sexta-feira (2), expondo os limites financeiros do clube. “Se tivesse dinheiro, trazia o Samuel Lino”, disparou, deixando claro que a SAF do Grupo City não tem atendido suas demandas.
A principal dor de cabeça segue sendo a ausência de Everaldo, o “Pulga”, que vinha sendo o alicerce do ataque. Sem ele, o setor ofensivo ruiu. “Faz diferença para qualquer time perder o principal jogador ofensivo”, admitiu Ceni, que tem improvisado jogadores como Ademir e Biel sem sucesso.
Segundo levantamento do portal Transfermarkt, o elenco tricolor é apenas o oitavo mais valioso do Brasileirão, bem atrás de concorrentes diretos. A torcida segue cobrando reforços, mas o comandante avisou: “Tem limite de gasto. E a gente já gastou o que tinha que gastar.”
“Futebol não é FIFA nem videogame”, disse Ceni, sinalizando a distância entre planejamento e execução no Bahia.
O basquete mundial perdeu um dos seus maiores nomes nesta sexta-feira (17): Oscar Schmidt morreu…
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), intensificou sua ofensiva jurídica contra o que classifica…
Em alusão ao Abril Azul, a Transalvador realiza uma ação especial para ampliar a mobilidade…
A Defesa Civil de Salvador (Codesal) promoveu, nesta quarta-feira (15), uma reunião de alinhamento da…
Pelo terceiro ano consecutivo, Salvador alcançou a nota máxima no índice de Capacidade de Pagamento…
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, celebrou na manhã desta sexta-feira (17) o nascimento da…
This website uses cookies.