Letícia Martins/EC Bahia
O Bahia vive um dilema no mercado: sem dinheiro em caixa e com o elenco desequilibrado, o técnico Rogério Ceni desabafou nesta sexta-feira (2), expondo os limites financeiros do clube. “Se tivesse dinheiro, trazia o Samuel Lino”, disparou, deixando claro que a SAF do Grupo City não tem atendido suas demandas.
A principal dor de cabeça segue sendo a ausência de Everaldo, o “Pulga”, que vinha sendo o alicerce do ataque. Sem ele, o setor ofensivo ruiu. “Faz diferença para qualquer time perder o principal jogador ofensivo”, admitiu Ceni, que tem improvisado jogadores como Ademir e Biel sem sucesso.
Segundo levantamento do portal Transfermarkt, o elenco tricolor é apenas o oitavo mais valioso do Brasileirão, bem atrás de concorrentes diretos. A torcida segue cobrando reforços, mas o comandante avisou: “Tem limite de gasto. E a gente já gastou o que tinha que gastar.”
“Futebol não é FIFA nem videogame”, disse Ceni, sinalizando a distância entre planejamento e execução no Bahia.
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