Em entrevista em Irecê, Bahia, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto foi direto ao dizer o que “toca no coração das pessoas mais pobres da Bahia”, afirmando que o PT “vira as costas” para quem mais precisa e que, após 20 anos no poder, não entregou “uma grande obra” de segurança hídrica no Semiárido, região que ocupa cerca de 85% do território baiano e abriga metade da população do estado.
Neto lembrou que “não há uma barragem começada e concluída” pelos governos petistas no Semiárido, enquanto faltam água para o abastecimento humano, para a produção animal e para alimentos, com o “pequeno produtor esquecido”, sem assistência técnica, crédito ou acesso à água, gerando um efeito em cascata que derruba comércio, empregos e arrecadação municipal.
Ao citar dados recentes, Neto destacou que Irecê viveu uma das piores secas em 40 anos, com volume anual de chuvas equivalente a um único mês em Salvador, e rechaçou a narrativa oficial — “não é a natureza” — cravando que o problema é “falta de governo e de sensibilidade”, num estado que segue entre os piores indicadores sociais do país segundo IBGE, apesar de duas décadas de promessas não cumpridas.
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