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A embestida do deputado federal Elmar Nascimento direcionou holofotes na figura do ministro, ex-carlista e hoje “conservador”, João Roma Neto. Aliado de ACM Neto, Elmar condenou o que pode marcar o maior fracasso da (jovem) direita baiana no Estado. “A história mostra que o povo não se esquece da história nem do traidor”, afirmou o deputado federal em entrevista ao site Política Ao Vivo.
A maior evidência sobre a falta de carisma e insignificância (política) de João Roma se dá nas diversas visitas que o “conservador” realiza na capital e interior do Estado. Roma passa desapercebido sempre. Um que outro desavisado entende que faz parte do governo por conta do colete de jornalista com crachá que virou moda entre os ministros do governo Bolsonaro.
Na manhã desta sexta-feira (10), mais uma amostra da insignificância (política) de quem Elmar tratou de “traidor”. Na ocasião, Roma dividiu o palanque do Parque da Cidade de Salvador com o ministro de desenvolvimento regional, Rogério Marinho, o deputado “Jonga” Bacelar e o prefeito Bruno Reis.
Enquanto o presidente da República é recepcionado por milhares de apoiadores com placas de apoio e a bandeira nacional, Roma sequer foi notado pelos populares e muito menos pela imprensa local que cobria a pauta. Na coletiva pós-evento, jornalistas abordaram em peso o prefeito da capital enquanto o “conservador” Roma saia pelos fundos em silêncio.
O “discurso” de Roma, cheio de frases de efeito e chavões, esteve à altura da atenção dada a sua esposa, Roberta, quem esperava atrás das grades na companhia de dois particulares que mais pareciam lacaios da família.
Eleito deputado federal em 2018 graças ao apoio incondicional que teve do então prefeito de Salvador, ACM Neto, João Roma não duvidou um segundo sequer em aceitar o convite do presidente Bolsonaro para assumir o Ministério da Cidadania. Neste meses à frente do Ministério, Roma deixou clara a sua postura nas eleições em 2022: assumir o palanque do presidente na Bahia e direcionar votos à inexperiente Roberta Roma, sua cônjuge.
A candidatura do “conservador” nada mais é do que uma imposição do presidente da República mal assessorado pelos seus filhos com mandato, Eduardo e Flávio, que sequer entendem como funciona o sistema político – eleitoral no nordeste (e muito menos na Bahia). Este tipo de articulação dos filhos de Bolsonaro favorece um único agente político com mandato: o próprio João Roma, e por tabela, a sua esposa.
A única vantagem de tamanha insignificância é poder fazer compras no mercado do bairro ou tirar um dia em qualquer praia de Salvador sem sequer ser notado. A candidatura de João Roma nasceu morta e compromete Jair Bolsonaro no maior colégio eleitoral do norte-nordeste.
Ao presidente Jair Messias Bolsonaro, um conselho. Ignore os “conselhos” de quem nada entende e sequer aqui mora. “Se saia” dessa enquanto dá tempo….
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