Ricardo Stuckert
A comitiva que acompanha a primeira-dama Rosângela Lula, a Janja, em Roma já custou cerca de R$ 140 mil aos cofres públicos. A esposa do presidente Lula viajou à capital italiana para representar o governo em um evento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), levando consigo um grupo de 12 pessoas, incluindo o ministro Wellington Dias. O gasto, no entanto, ainda pode aumentar, já que os valores das diárias de Janja não foram divulgados.
Entre os pagamentos já confirmados, o mais alto foi o da servidora Raquel Porto Mendes Ribeiro, do Ministério da Fazenda, que recebeu R$ 17.821,85 por oito diárias. Segundo a pasta, trata-se de uma “viagem de rotina”.
O custo da viagem levanta (mais uma vez) questionamentos sobre o uso do dinheiro público, especialmente em um governo que prometia austeridade. Enquanto brasileiros enfrentam dificuldades econômicas, a primeira-dama e sua comitiva gastam alto para eventos no exterior.
O PT, que sempre criticou gestões anteriores por despesas semelhantes, agora age sem qualquer preocupação em explicar ou justificar os valores. Afinal, quem paga a conta dessa “rotina” são os contribuintes.
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