Jefferson Peixoto SECOM
A Fundação Cidade Mãe (FCM), em parceria com o Instituto Fazendo História, realizou nesta sexta-feira (25) o seminário para apresentação de funcionamento do serviço Família Acolhedora. O evento aconteceu no Hotel Fiesta, no Itaigara, e participaram do evento profissionais dos serviços de acolhimento, rede socioassistencial, do Sistema de Justiça de Salvador, além de membros da sociedade civil de outros municípios.
A gerente de Proteção Especial da FCM, Suzana Esteves, explicou que a família acolhedora se disponibiliza a acolher em casa, em caráter temporário, uma criança que, por ordem judicial, foi retirada da residência onde morava.
“Ela é uma família que doa e presta serviços voluntários. Ao invés dessa criança ir para um abrigo, ela ficará na casa de uma família cadastrada, orientada e capacitada para dar muito afeto e amor até que a criança possa retornar à família de origem”.
Para o psicólogo do serviço de família acolhedora da FCM, Fabiano Mota, o serviço tem extrema importância no processo de construção de personalidade do indivíduo.
“Falando de nosso recorte que é sobre trabalhar com a primeira infância, ou seja, crianças de 0 a 6 anos, mantemos no serviço um vínculo emocional construído através das relações afetivas, sobretudo, para que essa criança se desenvolva melhor e isso prevenir futuros problemas de autoestima e relações afetivas futuras, por exemplo”.
Participando do seminário, a coordenadora do Serviço Família Acolhedora da cidade de Ubatã, Bárbara Ionara da Silva, falou sobre a implantação do serviço na cidade.
“O Família Acolhedora surgiu em nosso município devido à alta demanda e necessidade. Através dele, a criança tem um atendimento individualizado, onde ela é o centro da situação, ou seja, ele é o personagem de tudo. Viemos participar hoje desse seminário em Salvador para esse intercâmbio com a capital e outros municípios do Estado”.
Como funciona – Para se tornar uma família acolhedora, é necessário que os interessados realizem uma inscrição através do site www.familiaacolhedora.salvador.ba.gov.br . Dentre os requisitos, a família não pode ter a intenção ou estar inscrita em programa de adoção. Cada família pode manter o acolhimento de cada criança por até 18 meses. Após esse prazo, a criança deve ser reintegrada aos laços familiares de origem. Durante o processo de cadastro e acolhimento, a família é acompanhada por uma equipe técnica composta por psicólogos, assistentes sociais e psicopedagogos.
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