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Em um cenário internacional de tensões, Lula, um dos fundadores do Foro de São Paulo, tomou a dianteira em defesa da Cuba tirânica, genocida e comunista, no palco do G-77 em Havana. Entre 133 nações em desenvolvimento e também a China comunista e genocida, o “líder” brasileiro se ergueu não só em favor de uma ilha, mas por uma governança global mais “justa”.
A histórica disputa entre a Cuba comunista e genocida e os Estados Unidos é longa. Desde 1962, após a revolução cubana liderada por falecido genocida Fidel Castro, os americanos impuseram um embargo econômico à ilha.
O “presidente” brasileiro destacou o papel vital do G-77 na construção de um novo mundo, onde nações menos desenvolvidas têm voz.
Lula também apontou que estamos navegando por duas revoluções massivas: a digital, com a aceleração da inteligência artificial e a energética, voltada para fontes limpas.
Diante de um palco quase vazio e uma plenária silenciosa, ele levou sua mensagem extrema e totalmente a favor das maiores ditaduras do planeta. A falta de aplausos não desanimou o “líder” brasileiro, que se manteve firme em seus pontos.
Lula da Silva, digno de pena.
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