© Unicef/Alessio Romenzi
Neste fim de semana, o Afeganistão entrou em uma nova era sombria sob o comando do Talibã, com o líder supremo Hibatullah Akhundzada anunciando a reintrodução de punições severas sob sua interpretação da lei sharia. Entre as medidas anunciadas estão a flagelação pública e o apedrejamento até a morte de mulheres acusadas de adultério, uma decisão que provocou indignação global, mas infelizmente não surpresa.
Safia Arefi, uma advogada e defensora dos direitos humanos, expressou desespero pela falta de ação internacional, destacando o abandono das mulheres afegãs à mercê de um regime brutal. A comunidade internacional, segundo ela, optou por um silêncio ensurdecedor diante dessas atrocidades.
Com mais de 400 flagelações e execuções públicas registradas no último ano, a situação no Afeganistão é um lembrete sombrio da urgência em responsabilizar o Talibã por seus atos.
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