Montagem site ASPROL
A cidade de Lauro de Freitas enfrenta o caos deixado pela ex-prefeita petista Moema Gramacho, que durante oito anos à frente do município acumulou dívidas milionárias, atrasou salários e até deixou contas básicas, como de luz, sem pagamento. Agora, o sindicato dos servidores, conhecido por seu alinhamento com o petismo, tenta transferir a responsabilidade para a nova gestão de Débora Régis, que assumiu o cargo há apenas 20 dias.
Mesmo diante do desafio de equilibrar as contas herdadas, Débora propôs um pagamento parcelado dos salários atrasados, medida rejeitada pelos servidores, que optaram por decretar greve e ocupar o Centro Administrativo de Lauro de Freitas (CALF).
Enquanto Débora Régis trabalha para resolver o rombo deixado pela gestão petista, o sindicato, liderado por militantes de extrema-esquerda, insiste em transformar a crise em um palco de confronto. Não é difícil encontrar registros que comprovam o alinhamento político do grupo com o PT, incluindo imagens de diretores do sindicato lado a lado com Jerônimo Rodrigues e outros nomes do partido. Apesar de alegarem defender os servidores, esses líderes parecem mais preocupados em seguir as ordens do petismo e proteger a desastrosa herança de Moema Gramacho.
A crise salarial em Lauro de Freitas é o retrato fiel de 20 anos de desmandos do PT na Bahia. A cidade enfrenta as consequências da incompetência e do descaso que marcam a administração petista.
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