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A criação da superfederação entre PP e União Brasil mexeu no tabuleiro político nacional, mas na Bahia o reflexo é ainda maior: ACM Neto surge como principal nome para encerrar duas décadas de decadência petista no estado.
A nova força reúne 109 deputados federais, 14 senadores, 6 governadores e mais de 12 mil vereadores pelo Brasil, um arsenal político e financeiro que pode fortalecer Neto na missão de derrotar Jerônimo Rodrigues, considerado o pior governador da história da Bahia.
Com R$ 954 milhões no caixa e capilaridade inédita, o bloco abre espaço para alianças que consolidam ACM Neto como alternativa real contra o domínio petista.
Após 20 anos de insegurança, endividamento e falência dos serviços públicos, a Bahia pode ver em 2026 a chance concreta de romper com o modelo que mergulhou o estado na violência e no caos administrativo.
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