U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 2nd Class Anderson W. Branch
O governo de Donald Trump anunciou nesta terça-feira (19) que os Estados Unidos estão “preparados para punir Maduro” e que vão “usar toda a sua força” contra o regime venezuelano.
A decisão já tem efeito prático: três navios de guerra (USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson), começaram a patrulhar as águas internacionais próximas à Venezuela, numa operação que também envolve 4 mil militares, aviões de vigilância e submarinos.
Segundo a Casa Branca, o objetivo é “frear os cartéis de drogas que operam sob proteção de Nicolás Maduro”, chamado pelo governo americano de “chefe de um cartel narcoterrorista”.
Em Caracas, Maduro reagiu acusando os EUA de imperialismo e colocou em marcha um “plano especial” que mobiliza cerca de 4,5 milhões de milicianos em todo o país.
A ofensiva marca uma escalada militar sem precedentes desde a crise de 2019, quando a ONU já estimava que mais de 7 milhões de venezuelanos haviam fugido do país por fome e violência. Agora, com a ameaça direta de confronto no Caribe, cresce a tensão na América Latina, e o mundo acompanha de perto os próximos passos dessa guerra de narrativas e exibição de força.
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