“É ano político, os sindicatos que são patrocinados e têm ponte direta com PT, PCdoB e PSOL começam a querer fazer confusão. Comigo não adianta, que não cola. Se professor entrar em greve, é corte de salário e eu suspendo o reajuste. Se quiser dialogar, a disposição da Prefeitura é de avançar (…) A APLB não existe, me perdoe. A APLB desrespeita os professores, não faz o seu trabalho, quando é com o governo do estado, se acovarda. Eu não respeito quem faz política desse jeito. Se quiser discutir a vida do professor, eu estou à disposição. Mas querer fazer ensaio para greve, isso é um desrespeito e comigo não cola”.
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