A Polícia Federal e a família Bolsonaro voltaram a se enfrentar publicamente. Após Eduardo Bolsonaro declarar que “quem mexe com nossa quadrilha será enquadrado” e afirmar que a PF estaria “nos provocando”, o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, reagiu com firmeza, classificando o ataque como “covarde tentativa de intimidação”.
O estopim da briga foi a operação que atingiu aliados do deputado em investigação sobre ameaças golpistas. Sem recuar, Eduardo ainda desafiou Alexandre de Moraes: “Vamos ver se ele nos enquadra”.
Enquanto a cúpula da PF tenta manter a institucionalidade, a tropa bolsonarista aumenta o tom contra o que chama de “estado policialesco”. Rodrigues disse que “a Polícia Federal não se presta a jogos políticos” e que os ataques não intimidarão os agentes.
Nos bastidores, a leitura é que Eduardo quer forçar uma reação institucional para justificar narrativas de perseguição.
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