Existe uma linha tênue entre o assistencialismo, que auxilia as pessoas em estado de alta vulnerabilidade social em momentos difíceis, como na pandemia do Coronavírus, e aquele promovido por governos com o objetivo de promover uma dependência social da população. Uma politica assistencialista que vem desacompanhada de projetos que possam tirar o cidadão daquele estado de vulnerabilidade serve somente para tornar o povo “dócil” e cada vez mais dependente de “ajuda”.
O cidadão, por sua vez, acostuma-se em ter suas demandas satisfeitas pelo Estado. “Pra quê trabalhar se o Estado tem o dever de suprir minhas necessidades básicas?”
A melhor politica assistencialista é aquela onde a porta de saída é maior que a porta de entrada. É aquela que levante a moral do cidadão com projetos que lhe devolvam a capacidade produtiva e o prazer de conseguir o pão de cada dia através do seu trabalho. É preciso resgatar o orgulho pessoal pelo trabalho e pela família senão corremos o risco de, num futuro próximo, não teremos mais ninguém produtivo pra pagar essa conta!
O caso dos respiradores voltou com força para o centro da política baiana e agora…
Rui Costa ainda não está juridicamente fora da eleição para o Senado, mas o caso…
A decisão do governo de Donald Trump de tratar o Primeiro Comando da Capital e…
O Vitória entra no Barradão neste sábado, às 16h, com uma vantagem que pode virar…
Luís Augusto Queiroz Miguel, o Guto Miguel, colocou o Brasil no topo do tênis juvenil…
A Prefeitura de Lauro de Freitas deu mais um passo para fortalecer o acesso da…
This website uses cookies.