Bruno Concha SECOM Salvador
Não é preciso mergulhar na multidão do Carnaval para sentir seus efeitos; A famosa virose pós-Carnaval não poupou sequer que viajou na folia. Os sintomas, típicos de um resfriado, deram as caras logo após o término das comemorações, mudando completamente os planos de seu fim de semana.
A virose não escolhe suas vítimas pelo critério de participação na festa, mas sim pela exposição e vulnerabilidade do momento.
O infectologista Robson Reis em entrevista ao Correio, esclarece que essas viroses, geralmente respiratórias, se alastram com mais facilidade durante o Carnaval, não só pela baixa imunidade e pelo compartilhamento involuntário de objetos, mas também pelo desgaste físico e pela má alimentação típicos dessa época. A solução? Hidratação, repouso e, quando necessário, medicação sintomática, sob orientação médica.
Enquanto isso, a Secretaria Municipal de Saúde de Salvador mantém-se vigilante, pronta para transformar espaços em centros de testagem e apoio, demonstrando a seriedade com que a cidade encara esses invasores pós-folia.
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