A Bahia viveu momentos dramáticos durante a pandemia de Covid-19, com 30.201 mortes registradas até 2022, segundo dados da Sesab. Foram dois anos de tragédia global, mas o número de vidas perdidas sob o governo de Jerônimo Rodrigues já ultrapassa qualquer comparação aceitável.
Só em 2023, foram 7.428 homicídios no estado, o maior número do Brasil, e 2024 segue no mesmo ritmo: com chacinas, guerras de facções, feminicídios e mortes diárias que escancaram o colapso total da segurança pública baiana.
Enquanto no auge da pandemia havia um inimigo invisível, hoje o terror tem nome, rosto e endereço: o crime organizado, que atua livremente enquanto Jerônimo Rodrigues finge combater com “gabinetes de crise”. A diferença é que, em 2020, o governo tentava salvar vidas.
Hoje, Jerônimo Rodrigues, o pior governador da história, assiste inerte ao avanço da violência como se fosse algo natural. O resultado? Mais mortes por armas de fogo do que por qualquer vírus.
A Bahia virou território sem lei sob as barbas de um governo petista que só protege o discurso.
A petezada tentou nos convencer de que o pior já tinha passado. Mas a verdade, é que a Bahia está enterrando mais jovens agora do que durante a pandemia. E o governo petista segue culpando o “passado”, enquanto o presente vira um cemitério de estatísticas.
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