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No Brasil de 2025, fintechs como Warren, Toro, NuInvest e Avenue começaram a quebrar barreiras: democratizam acesso à Bolsa, permitem operar em dólar e oferecem plataformas mais simples e baixas taxas. A Warren, por exemplo, já captou aportes de R$ 300 milhões de investidores como o GIC para expandir seus ativos sob gestão.
A NuInvest, agora integrada ao app Nubank, oferece corretagem zero em muitos ativos, garantindo que quem nunca investiu possa começar sem custo de entrada.
Esse movimento está forçando os grandes bancos a repensar modelos. Quando uma fintech permite que alguém em Salvador ou Vitória da Conquista invista em ações americanas ou em dólar sem sair do celular, a velha guarda bancária vira concorrente… e está em clara desvantagem!
Para muitos brasileiros, essas startups não são apenas opção: são porta de entrada para um mercado antes inacessível.
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