Compre tráfego para seu site a preços baixos

2 de Julho expõe desgaste petista na Bahia entre vaias a Jaques Wagner, investigações em torno de Rui Costa e disputa pela ponte imaginária

Feito em IA – Nano Banano

O 2 de Julho, data maior da Independência do Brasil na Bahia, virou também um termômetro duro da política baiana. Sem a presença de Lula no cortejo, o grupo formado por Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Rui Costa chegou à Lapinha sob pressão, em meio a vaias, protestos e cartazes contra lideranças petistas.

Wagner, que deixou a liderança do governo no Senado após ser alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, apareceu mais discreto no desfile, enquanto a ausência de Lula foi interpretada nos bastidores como mais um sinal do peso político da investigação envolvendo o Banco Master. A revista Veja já havia informado que a ida de Lula à Bahia foi mantida, mas sem participação na caminhada com Wagner e Jerônimo depois da repercussão negativa do caso.

A crise aumentou porque Wagner foi alvo de mandados autorizados pelo STF em uma investigação que apura, em tese, suspeitas de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master. Ao anunciar a saída da liderança do governo no Senado, o senador afirmou que a decisão foi tomada em comum acordo com Lula e disse que sua prioridade seria provar inocência.

Jaques Wagner não foi denunciado formalmente e nega irregularidades, mas o caso abriu uma nova frente de desgaste para o PT na Bahia justamente no período pré-eleitoral.




O desgaste do grupo também passa por Rui Costa, pré-candidato ao Senado, que voltou ao centro do debate por causa de investigações e polêmicas antigas e recentes. No caso dos respiradores, a Procuradoria-Geral da República pediu que volte ao STF a apuração sobre a compra de 300 ventiladores pulmonares pelo Consórcio Nordeste, em 2020, ao custo de R$ 48,7 milhões. Os equipamentos não foram entregues. Rui, que era governador da Bahia e presidia o consórcio à época, já afirmou anteriormente que o colegiado foi vítima de uma empresa desonesta.

Outro ponto sensível é a investigação jornalística da TV Bahia sobre suspeitas de superfaturamento em cachês pagos com recursos públicos entre 2015 e 2024, envolvendo contratações ligadas à antiga Bahiatursa e à Sufotur. Segundo reportagem, os gastos da Sufotur chegaram a R$ 1,84 bilhão até 2026, e o ex-gestor Diogo Medrado afirmou, por meio de nota, que as contratações obedeceram à legislação, passaram por análises técnicas e jurídicas e não teriam causado prejuízo ao erário.

Ainda assim, o caso ampliou a pressão sobre a base petista, especialmente porque parte dos contratos investigados remonta ao período em que Rui comandava o governo estadual.

No meio desse ambiente de cobrança, a Ponte Salvador-Itaparica voltou a ser usada como vitrine política. O Planalto informou que a visita de Lula ao “canteiro” em Vera Cruz marcou o “início das obras dentro do Novo PAC”.







Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

Leia também!

“Casa Nova quer um governador que nos ajude”, diz prefeito ao anunciar apoio a ACM Neto

O prefeito de Casa Nova, Anísio Viana, declarou nesta sexta-feira (10) apoio à pré-candidatura de …

Compre tráfego para seu site