
A megaoperação da polícia no Complexo do Alemão e Complexo da Penha contra o Comando Vermelho, no Rio de Janeiro, chocou o país ao ser flagrada em imagens que mostram agentes cercados por tiros, barricadas em chamas e resgates sob fogo intenso.
O levantamento mais recente da Quaest Pesquisas aponta que 72% dos cariocas aprovam que a facção Comando Vermelho (CV) seja tratada como organização terrorista… e a rejeição à narrativa progressista de segurança pública bateu em 87% da população urbana.
Enquanto isso, estudo da Paraná Pesquisas revela que 45,8% dos brasileiros consideram que a segurança pública piorou no governo Luiz Inácio Lula da Silva, e apenas 17,2% acreditam em melhora. Nesse cenário, a população deixa claro que não quer mais discursos de vitimização do Estado ou de criminosos… quer ação firme e resultados visíveis.
Na Bahia e em todo o Brasil, essa reação cresce entre quem está cansado da impunidade: as imagens da violência explícita reforçam o apelo por uma política de segurança dura, descolada dos recados “progressistas” que sugerem cautela acima de tudo. A aprovação popular à repressão organizada cresce enquanto o discurso da esquerda perde força em territórios-chave.
Se o governo federal tergiversa, o eleitorado não espera: a comunidade está exigindo clareza de quem manda nas ruas… e está cansada de teorias que defendem “abandono do Estado” como solução.
A pergunta que fica: será que o governo vai ouvir essa voz que ecoa cada dia mais forte nas periferias, ou vai continuar ignorando o recado da população brasileira?
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