
A vereadora Lorena Brandão (PSC), em pronunciamento na sessão ordinária desta terça-feira (12), na Câmara Municipal, chamou de falácia a repercussão sobre o áudio vazado sobre a votação dos vetos do prefeito ACM Neto a Lei dos Aplicativos, que aconteceu na última semana no legislativo municipal.
“Já estava em solo baiano no dia que o Colégio de Líderes decidiu votar os vetos, estava preparada para estar aqui para explicar cada um dos vetos, mas fui acometida de uma virose muito forte, que impediu que eu viesse para a sessão. Como diz o presidente Geraldo Júnior, forças ocultas inimigas desta Casa, causadoras de distúrbios e inimizades inventou usar colegas inocentes para usar uma parcela da minha conversa com um dos representantes da categoria dos aplicativos e espalhar uma mentira para criar uma falácia, uma inverdade, criar um fato monstruosos que desabonasse minha conduta e colocasse em cheque o trabalho duro, comprometido e custoso que tive como relatora da lei dos aplicativos”, disse a vereadora.
Lorena ainda informou que nem ela nem a sua assessoria foram procurados para uma manifestação oficial do acontecido. “Os veículos de imprensa que publicaram esta falácia não me procuraram para ouvir o meu lado, faltando com o princípio básico do jornalismo que é a imparcialidade e a escuta de todos os lados”.
A edil ainda lembrou que não existiu vazamento do Colégio de Líderes, já que o resultado do mesmo, de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal, em seu artigo 55 §2º, prevê que as decisões devem ser publicadas na Ordem do Dia, no Diário Oficial do Legislativo.
“Nunca quis derrubar os vetos, essa foi mais uma mentira dita. Pelo contrário, o nosso desejo era aprovar os vetos e apresentar aos colegas e a cidade um projeto de lei, simples, mas que sanaria algumas brechas deixadas por eles”, acrescentou.
Sobre a frase “vamos para cima”, Lorena afirma que a sua fala foi cortada, que foi publicado apenas uma parte de uma extensa conversa que teve com uma das lideranças sobre a união das associações e sindicatos que representam os motoristas por aplicativo. “Eu falo em um áudio anterior que era necessário que eles se unissem, que esquecessem a rivalidade e canalizassem energia e que fossem para cima para compreender o processo. Essa é a verdadeira interpretação”.
A vereadora, que estava em viagem internacional em busca do acordo de cidades irmãs entre Jerusalém e Salvador durante a reunião do Colégio de Líderes, ainda acrescenta que a mesma foi paga com seus próprios recursos e que o resultado desta parceria entre as duas cidades será divulgado em breve.
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