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Militante de esquerda e socióloga, presidente da Fundação Fiocruz pede isolamento social de 2 anos “em nome da ciência”; saiba mais

A socióloga, apoiadora de pautas ligadas ao PSOL ( “Marielle vive!” ) e Movimento sem Terra, e cabo eleitoral dos petistas Dilma Rousseff e Lula da Silva, atual presidente da Fundação Fiocruz, Nisiane Trindade Lima, apoia uma quarentena de 2 anos no pais “em nome da ciência”. Nisiane, quem não é sanitarista, não é infectologista, não é virologista, não é biomédica e muito menos bióloga ocupa a cadeira que decide o rumo de diversos estados e municípios.

Perfil da militante Nísia Trindade segundo site da Fundação Fiocruz (clique aqui)

Doutora em Sociologia, Nísia é servidora da Fiocruz há quase três décadas. Ingressou na instituição em 1987 como pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), assumindo a Direção da unidade de 1999 a 2005. Já na primeira década do novo milênio, Nísia atuou ainda como membro do conselho editorial da Editora Fiocruz, do comitê científico e da comissão executiva do 4º Congresso Mundial de Centros de Ciência e da comissão organizadora de eventos integrantes da comemoração do centenário da descoberta da Doença de Chagas. Participou da criação do curso de especialização em história da saúde na Amazônia, em parceria com o Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazonas), e do Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde da COC.

Foi também uma das responsáveis pelo início da parceria com o governo federal para incrementar as políticas de preservação do patrimônio cultural da saúde, concentrado, em larga medida, nas próprias edificações da Fiocruz. Nesta década, Nísia foi indicada ainda como finalista do Prêmio Jabuti com a obra “Louis Pasteur e Oswaldo Cruz: tradição e inovação em saúde” e recebeu as medalhas do centenário da Fundação Oswaldo Cruz, Euclides da Cunha e em comemoração dos 110 anos de fundação da Academia Brasileira de Letras. Também foi agraciada com o prêmio “Destaque do Ano em orientação de iniciação científica”, do CNPq.

De 2011 a 2016, à frente da Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação (VPEIC/Fiocruz), torna-se membro do Conselho Consultivo do Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS), que tem como objetivo a educação permanente dos profissionais do SUS, e coordenadora das Semanas Nacionais de Ciência e Tecnologia da Fiocruz. Já em 2012, integra o grupo de trabalho para implementação da Fiocruz Piauí e inicia o trabalho de negociação para implementar a Rede SciELO Livros – hoje no ar com milhões de downloads e com forte protagonismo da Fundação. No contexto do compromisso com a democratização do conhecimento e do acesso à informação, sob sua gestão, são lançados o Programa de Apoio às Bibliotecas Virtuais em Saúde, o Repositório Institucional da Fiocruz (Arca) e as políticas institucionais de acesso aberto e de comunicação. Ainda nos anos 2010, a Fiocruz é designada como Centro Colaborador para Saúde Global e Cooperação Sul-Sul da Organização Mundial de Saúde (OMS), recebe o prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica, é credenciada como Escola de Governo e lança o Campus Virtual de Saúde Pública e o Observatório em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. No período, também foi implementado o mestrado profissional em rede, em parceria com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), e a Fiocruz assumiu a coordenação da Rede de Apoio à Inovação do Ensino na Saúde, iniciativa governamental que tem como objetivo assegurar o apoio ao programa Mais Médicos. Em 2015, Nísia recebe o prêmio Nise da Silveira, na categoria mulher cientista, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Em 2016, no contexto do enfrentamento à emergência sanitária global em decorrência do vírus zika, e com o objetivo de colocar centralmente a dimensão humana na busca de soluções para este problema, Nísia cria, no âmbito da Vice-Presidência de Ensino, Informação e Comunicação, o programa integrado de pesquisa Rede de Ciências Sociais e Zika da Fiocruz.

Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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4 Comentários

  1. Não é mais cretina por falta de espaço, mas de parte da Esquerdalha lobotomizada, nada mais surpreende. Quem sabe ela dobra a meta? Quem sabe ela fica mais 4 anos em casa, só mamando da teta pública e panfletando M_ enquanto o país termina de falor? Francamente….

  2. Pra quem tem muito dinheiro de origem duvidosa e ainda mamando na teta do Brasil é fácil

  3. O que sabe uma socióloga para ser presidente de uma entidade como a Fiocruz?.. E como podem os pesquisadores da Fiocruz serem submetidos a um tipo de direção que não sabe nada do que ali se faz, a não ser falar de mímimis e fazer a revolução marxista no país. Como grande parte dos formados em filosofia e letras, entraram na faculdade porque existiam mais vagas que candidatos, e com isso a facilidade do diploma enganador. .a contribuição desses formados para o benefício social do país. D

  4. Ederson Gustavo Sete

    É muito rato ainda para ser desentocado nas instituições e a Fiocruz é mais um ninho…. Presidente interfere urgente na Fiocriz e tira essa rata de lá

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