Agentes políticos de extrema-esquerda na Bahia apontam que não existem quadros com capacidade, trajetória e competência que possam suceder o atual governador, Rui Costa. O retorno de Jaques Wagner é a prova viva disso.
Com mais 4 anos como senador, a disputa pelo Governo nunca passou pela cabeça de Wagner. O senador petista tinha como meta auxiliar na campanha do ex-presidiário Lula e na sequência sentar na cadeira de presidente do Senado.
Falta de um sucessor petista nada tem a ver com a falta de preparo de um nome novo do partido e sim pela incompetência dos seus integrantes. A dificuldade em achar novos quadros no lulopetismo é um case que ultrapassa os limites da Bahia. Na maioria dos estados o cenário não é dos melhores para o partido liderado por um ex-presidiário condenado em três instâncias.

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