O estudo de uma equipe da Universidade de Harvard analisou amostras de 10 milhões de jovens adultos nos Estados Unidos e apontou que o Vírus Epstein-Barr (EBV) pode aumentar em 32 vezes o risco de desenvolvimento da esclerose múltipla (EM). A doença acomete 15 a cada 100 mil habitantes no Brasil, cerca de 40 mil brasileiros, segundo o Ministério da Saúde, que sinaliza para mais de 2,8 milhões de pessoas com EM no mundo.
Embora não seja prova de causa, o achado é a evidência mais forte até o momento, implicando nessa relação do EBV com a Esclerose Múltipla, que é a doença desmielinizante inflamatória autoimune mais comum do sistema nervoso central.
“Entre os distúrbios do sistema nervoso central, a EM é a causa mais frequente de incapacidade permanente em adultos jovens, atrás apenas do trauma”, como explica o coordenador do Capítulo de Neurologia da Clínica AMO, André Muniz.

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