Por maioria simples, a Câmara Municipal de Salvador aprovou na tarde desta terça-feira (14), a convocação do secretário municipal de Saúde, Décio Martins, para prestar esclarecimento sobre denúncias em licitações apresentadas pelo vereador Carlos Muniz.
Prestes a perder o mandato por infidelidade partidária, Muniz apresentou uma série de narrativas, a partir de 5 fotocópias de baixa qualidade de impressora de farmácia, envolvendo a então gestão Leo Prates e o Instituto de Saúde e Cidadania na gestão de Unidades de Saúde da capital.
A encenação de Muniz, digna de um filme de Almodovar, finalizou com uma música de Edson Gomes. Tem como levar a sério tamanha palhaçada?
Enfim.

A votação aconteceu em mais um cochilo do vereador Paulo Magalhães que na hora da denúncia estava totalmente distraído pensando no sexo das baleias (como é de praxe). Dos 43 vereadores, somente 9 votaram pela convocação do titular da SMS em clara tentativa de tentar enfraquecer a gestão Bruno Reis, muito bem avaliada pelo eleitorado da capital, para atingir, por tabela, a pré-campanha de ACM Neto.
Detalhe: um dos vereadores, Sandro Bahiense, da bancada de Bruno.
Em entrevista ao Política Livre, o líder da bancada, vereador Paulo Magalhães disse que a convocação não tem validade “pois não havia quórum na Casa para iniciar a votação em plenário”. O edil pediu a votação nominal dos vereadores.
Matéria do Bahia Notícias dá conta que a gestão municipal não irá enviar responsáveis por pastas locais e que o imbróglio envolvendo o titular da SMS deve ser alvo de um novo pedido judicial.
No final da sessão, Geraldo Júnior prometeu enviar a denúncia de Carlos Muniz ao Ministério Público da Bahia.
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