Estagnado no segundo lugar na preferência do eleitorado, Jerônimo Rodrigues disse estar “tranquilo” pois o grupo tem pesquisas internas “que mostram que o quadro nosso é bastante favorável”.
Mesmo depois de 16 anos no poder e conhecendo problemas, carências e dificuldades de cada canto da Bahia, como diz conhecer, o pré-candidato petista diz estar “percorrendo a Bahia pra ouvir as propostas de programa de governo. E nessas caminhadas, que chamamos de Programa de Governo Participativo, as plenárias dão conta de a gente reduzir o desconhecimento que existe, o tempo de pré-campanha”.
Se conhece o Estado, se entende e foi alertado dos problemas, me explique então porque não resolveu ainda?
“Estamos percorrendo a Bahia e estamos percorrendo não é pra conhecer a Bahia como o ex-prefeito diz. Nós já conhecemos bem a Bahia. Estamos percorrendo a Bahia pra ouvir as propostas de programa de governo. E nessas caminhadas, que chamamos de Programa de Governo Participativo, as plenárias dão conta de a gente reduzir o desconhecimento que existe, o tempo de pré-campanha”
Por fim, Jerônimo compara dois panoramas totalmente diferentes quando o assunto é apoio, intenção de voto e clima de mudança. Nas quatro eleições vencidas pela extrema-esquerda no Estado, mesmo com poucas intenções de voto nas pesquisas tinha apoio velado de muitos prefeitos e vereadores no interior do Estado.
Jerônimo ignora o fato de que a qualquer momento, a principal figura política baiana hoje, ACM Neto, confirma que mais da metade dos prefeitos da Bahia estão colados na sua caminhada rumo ao Palácio de Ondina.
“Se a gente se recorda, o Jaques Wagner, mesmo tendo assumido cargos importantes, aparecia muito abaixo de 10% em 2006. Em 2014, o Rui Costa, a dois meses das eleições, não chegava a 10%. É claro que o desconhecimento também leva a isso. Mas quando a gente apresentar com mais ênfase que o pré-candidato Jerônimo é o candidato do Lula, do Rui, do Wagner, tenho certeza que a gente reverte. E respeitando os nossos opositores, vamos superar isso a ponto de ganharmos no primeiro turno, como fizemos com Wagner e como fizemos com o Rui Costa.”

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