A distância entre a oposição e a petezada, tanto na capital quanto no interior, teve um outro motivo além da figura de João Roma: cabos eleitorais e candidatos ao Parlamento focaram todas as suas energias nas campanhas ao Congresso Nacional e Assembleia Legislativa, pouco se importando no que significa a mudança no Executivo baiano onde 16 anos de “governos” petista desencadearam a maior crise polícia, social e econômica no Estado.
Diante desse panorama, Neto reuniu equipe e promoveu alguns “switchs” para resolver logo o pleito e começar a arrumar a casa antes que Rui Costa acabe com a Bahia que não para de sangrar na mão da vagabundagem.
Com a força da maior bancada governista na história da Câmara Municipal de Salvador e índices absurdos de popularidade e aceitação popular graças à avaliação positiva do prefeito Bruno Reis, Neto deve humilhar o petismo na capital baiana.

Cabe ressaltar que Neto, quem foi 8 vezes considerado o melhor prefeito do país, deixou a prefeitura com um índice de aprovação e popularidade acima do 80%.
Na região metropolitana a briga será ainda mais favorável ao candidato do União Brasil pois o foco do deputado federal eleito, e vice-governador do Estado, João Leão além do seu filho, Cacá, irá promover uma batalha sem precedentes partindo de Lauro de Freitas.
“Queimada”, pela sua soberba e inoperância, e muito mal avaliada pelos eleitores, Moema Gramacho não tem musculatura suficiente para bater de frente contra Bonitão, Bonitinho e aliados.
Será uma virada épica. Printem e me cobrem depois das eleições.
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