A lista encabeçada por quem já ficou quase um ano preso começa, logo na ponta, com um ex-tucano investigado por diversos crimes de corrupção no governo de São Paulo: Geraldo Alckmin.
No primeiro escalão, Lula trouxe antigos aliados “protagonistas” da Lava Jato como Renan Calheiros, Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo, Aloizio Mercadante, Paulo Okamoto, Humberto Costa e outros.

Do Nordeste, Lula pretende dar um cargo ao atual governador da Bahia, Rui Costa. O petista baiano é protagonista de diversos escândalos como a compra de respiradores em loja de maconha, a morte do soldado da PM Wesley, operação Faroeste junto à primeira-dama Aline Peixoto e, recentemente, o monitoramento ilegal ao então candidato, ACM Neto.
Ex-governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI), e o candidato derrotado para o Governo de São Paulo Fernando Haddad (PT), já responderam a processos na Justiça pelo envolvimento em polêmicas.
Haddad é réu em uma ação civil pública de improbidade administrativa na qual é suspeito de envolvimento em irregularidades na implantação da ciclovia Ceagesp–Ibirapuera. A obra, que foi realizada quando ele era prefeito de São Paulo, tem 12,4 quilômetros de extensão e foi contratada sem licitação.
Além disso, em 2019, Haddad foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. De acordo com a sentença, houve 258 declarações falsas de despesas com gráfica na prestação de contas da candidatura dele à Prefeitura de São Paulo, em 2012.
Já Wellington Dias foi alvo de investigação da Polícia Federal em 2020, que apurou desvios de recursos da ordem de R$ 50 milhões da Secretaria de Educação do Piauí por meio de pagamentos superfaturados em contratos de transporte escolar.
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