No último encontro com a imprensa nesta terça-feira (5), a cúpula da Segurança Pública da Bahia trouxe detalhes impressionantes sobre as operações que estão reconfigurando o cenário criminal do estado.
No Calabar e Alto das Pombas, a PM deu um show de eficiência. O saldo? Oito suspeitos atrás das grades, dezessete reféns respirando aliviados e um arsenal que inclui seis fuzis, oito pistolas e três granadas, sem mencionar drogas e munições.

No acumulado do ano, a SSP já contabiliza a apreensão de 44 fuzis e quatro mil armas de fogo. “Estamos apreendendo o dobro de fuzis em comparação com o ano anterior. As ações de inteligência estão rendendo frutos e temos uma integração cada vez maior com a comunidade”, destacou Marcelo Werner, secretário da Segurança Pública.
“Após uma investida criminosa e com 48 horas de trabalho intenso, entramos na comunidade com precisão cirúrgica. Os criminosos conhecem a região, mas nós conhecemos nosso ofício!”, ressaltou o Comandante-geral da PMBA, coronel Paulo Coutinho.
Situações com reféns, segundo a SSP, são estratégias que têm se repetido, mas que a polícia tem se mostrado mais do que preparada para lidar. “Conseguimos, em diversos eventos do tipo, que o criminoso se entregasse, entregasse as armas e libertasse os reféns”, pontuou Werner.
A parceria com o Governo Federal e outros órgãos também foi reforçada. “Não vamos deixar a impunidade prevalecer. Vamos trabalhar junto ao Judiciário e ao Ministério Público para garantir a ordem”, garantiu Werner.
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