Sergio Moro, senador pelo União-PR, compareceu ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) nesta quinta-feira para uma oitiva importante. Moro, que já foi juiz federal da Operação Lava-Jato, está enfrentando um processo que pode resultar na sua cassação.
Acusado de abuso de poder político e econômico, a ação foi movida pelos partidos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV). A Justiça Eleitoral está cuidando do caso, que promete levar mais de um mês para ter um desfecho.

Durante a audiência, que durou aproximadamente 45 minutos, Moro defendeu sua posição, destacando que as acusações são infundadas e desprovidas de provas concretas. Ele apontou para as alegações de gastos excessivos como um exagero, citando um contrato com o escritório Saud Advogados, que, segundo ele, foi mal interpretado como gasto de campanha. Moro ressalta que o contrato visava investigar possíveis desvios dentro do Podemos, e não está relacionado com a sua campanha.
Enquanto isso, nos bastidores, a política continua agitada. Com a possibilidade de cassação de Moro, surgem especulações sobre quem poderia ocupar sua vaga no Senado. Nomes como Michelle Bolsonaro, pelo PL, e Gleisi Hoffmann, pelo PT, são mencionados como potenciais candidatos. A tensão aumenta à medida que o julgamento se aproxima, previsto para 22 de janeiro de 2024.
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