O caso do assassinato de Marielle Franco, a ex-vereadora do PSOL, ganhou um novo capítulo que está causando alvoroço nas redes sociais. Segundo revelações de Ronnie Lessa, Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, é apontado como o suposto mandante do crime. Com uma trajetória política marcada por acusações de corrupção, Brazão, ex-deputado estadual, é descrito como líder de um influente grupo político na zona oeste do Rio, área conhecida por sua relação com milícias.

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A delação de Lessa, que ainda aguarda confirmação, sugere uma possível motivação de vingança contra Marcelo Freixo, ex-deputado pelo PSOL e figura central na luta contra as milícias no Rio. Marielle, que trabalhou por uma década ao lado de Freixo, teria se tornado um alvo nesse contexto de disputas políticas.
O caso ganhou ainda mais repercussão com a postura de figuras da direita brasileira nas redes sociais, destacando a suposta filiação política de Brazão e questionando narrativas anteriores sobre o caso.
Enquanto a verdade ainda busca seu caminho através das complexas teias da política e da justiça, o Brasil e o mundo aguardam respostas definitivas.
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