
Em meio às turbulências da Operação Tempus Veritatis, Jair Bolsonaro encontrou-se na mira da Polícia Federal, entregando seu passaporte e compartilhando suas impressões sobre o momento atual. “Não é medo”, disse ele, refletindo sobre a incerteza dos tempos atuais no Brasil, onde, segundo ele, ações extremas são justificadas em nome da democracia.
Essa declaração veio à tona durante uma conversa com o portal Metrópoles, onde Bolsonaro expressou sua visão sobre os recentes acontecimentos, incluindo a prisão de seu ajudante de ordem, Marcelo Câmara, questionando a jurisdição e o rótulo de tentativa de golpe sem movimentação militar.
Bolsonaro, que recentemente foi abordado pela PF em Angra dos Reis, não esconde a possibilidade de ser preso, ecoando a imprevisibilidade que, em sua visão, permeia o Brasil atual. Ele também mencionou a “coincidência” do timing da operação, logo após uma transmissão ao vivo com seus filhos e um encontro em São Sebastião, sugerindo uma possível motivação política por trás das ações. A decisão de não ir pescar, temendo outro possível escândalo, ilustra a cautela com que agora navega seu dia a dia.
A Operação Tempus Veritatis busca desvendar uma suposta conspiração para subverter a ordem democrática, visando manter Bolsonaro no poder.
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