
Wellington da Silva Rosas, de 39 anos, acusado do assassinato brutal de sua filha de 18 anos, teve um fim trágico dentro do Centro de Detenção Provisória (CDP) II de Pinheiros, em São Paulo. Ele foi morto asfixiado por outro detento na última terça-feira.
Rosas, que havia sido preso em 27 de março após transportar e queimar o corpo da jovem em um buraco na Avenida 23 de Maio, encontrou seu destino nas mãos da justiça informal do cárcere.
O tumulto no CDP foi detectado quando agentes penitenciários ouviram gritos de socorro, mas ao chegarem, já era tarde para Rosas, que foi declarado morto no pronto socorro.
As autoridades estão em contato com a família do detento para comunicar o falecimento, enquanto a polícia iniciou investigações sobre as circunstâncias da morte, que já está registrada no 91º DP (Ceasa), evidenciando as sombrias realidades enfrentadas por presos e as complexidades do sistema carcerário brasileiro.
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