
Joceval Rodrigues e Igor Kannário enfrentaram um cenário desastroso nas urnas, revelando a fragilidade de suas estratégias políticas.
Kannário, que já foi deputado federal, viu sua popularidade despencar ao obter apenas 1.553 votos. Suas frequentes críticas à Polícia Militar, somadas ao distanciamento da própria campanha em favor de alianças questionáveis, o colocaram em uma posição difícil. Ao se unir a políticos derrotados em outras cidades, como Zé Neto e Luiz Caetano, o pagodeiro de extrema-esquerda radical perdeu ainda mais terreno entre os eleitores.
Joceval Rodrigues, por sua vez, teve uma queda ainda mais acentuada. Com apenas 1.538 votos, sua conexão com o eleitorado católico se desfez. A aproximação com pautas que contrariam as crenças religiosas, como o aborto e a legalização das drogas, foi mal recebida.
Rodrigues, que antes tinha o apoio maciço de comunidades religiosas, perdeu força, principalmente após sua migração para o grupo político de Jerônimo Rodrigues. Esse movimento, junto com o de outros políticos como Henrique Carballal e Heber Santana, contribuiu para um dos maiores fracassos eleitorais da história de Salvador, mostrando que o eleitor soteropolitano não aceita traições políticas.
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Se o povo bahiano tivesse vergonha e inteligência anularia essa porcaria de votos para mostra sua insatisfação com esses políticos profissionais que nada faz pela CIDADE, essa câmara de Salvador é um verdadeiro antro e cabide de emprego sem concurso público, geralmente os EDIL são as piores pessoas da cidade.