
A campanha de Flávio Matos (União Brasil) em Camaçari enfrenta uma sequência preocupante de ataques e intimidações. Neste sábado (26), o comitê de Matos em Monte Gordo foi invadido por traficantes armados, que ameaçaram apoiadores e roubaram objetos do local.
Este não é um caso isolado: a campanha relata outras situações, incluindo coação de militantes usando camisas da cor da campanha e monitoramento ostensivo de aliados políticos, como o prefeito Elinaldo Araújo, que teve uma blitz em sua residência.
O clima de tensão e violência na campanha já vinha sendo denunciado. Durante o debate transmitido pelo portal iBahia, Matos acusou diretamente seu adversário, Luiz Caetano, de proximidade com facções criminosas, uma declaração ecoada por lideranças do União Brasil, como ACM Neto e Bruno Reis, em denúncias públicas.
Esses líderes também trouxeram à tona a relação de figuras políticas, supostamente ligadas a Luiz Caetano com o tráfico na região de Monte Gordo e Cetrel, o que eleva a preocupação com a segurança e a legalidade do processo eleitoral.
A violência associada às campanhas eleitorais na Bahia, particularmente contra figuras do União Brasil, já tem histórico. Em 2022, um policial militar, segurança de ACM Neto, foi assassinado durante o período eleitoral, um caso que atualmente segue sob investigação da esfera federal.
Esses eventos refletem o crescente envolvimento de facções no cenário político e geram alertas sobre o impacto da violência no processo democrático.
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