
O governador Jerônimo Rodrigues, do PT, enfrenta uma onda crescente de críticas pela falta de autonomia na nomeação de secretários e pelas dificuldades em tomar decisões estratégicas para o estado.
No caso da aguardada ponte Salvador-Itaparica, prometida inicialmente por Jaques Wagner e Rui Costa, o projeto ainda não saiu do papel.
Jerônimo admite que a obra, agora dependente de mediação pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e sem consenso com o consórcio chinês responsável, tem enfrentado atrasos contínuos. “O TCE está moderando a negociação entre o interesse do consórcio chinês e o governo do estado”, afirmou, mencionando que o consórcio solicitou uma revisão de valores devido ao aumento de custos desde a pandemia.
A primeira etapa da obra, que deveria ter iniciado em janeiro, apenas começou em julho, e os pilares da ponte só devem começar a ser erguidos em 2026.
Para muitos baianos, a gestão de Jerônimo é considerada uma das mais ineficazes da história recente da Bahia, acumulando atrasos em projetos e dificuldades de negociação. A falta de avanços concretos na obra da ponte apenas reforça a sensação de que o governo atual está distante das demandas locais, dependente de terceiros para decisões importantes e, por fim, incapaz de atender às expectativas da população.
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(Com informações do Correio)
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